<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-19472655</id><updated>2012-02-16T12:23:47.546Z</updated><title type='text'>Taste The Unknow</title><subtitle type='html'>A tentação do desconhecido, uma viagem pelo que pensamos conhecer, ilusão ou não...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Xabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19472655.post-113816496920761448</id><published>2006-01-25T04:39:00.000Z</published><updated>2006-01-25T05:00:37.930Z</updated><title type='text'>Bauhaus "A Verdadeira Escola"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/gropius_bauhaus.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/320/gropius_bauhaus.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/BauhausJournal.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/320/BauhausJournal.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/Bauhaus.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/320/Bauhaus.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/021_Dessau%20Bauhaus.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; 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              &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1919, o arquiteto alemão Walter Gropius integrou duas escolas existentes na cidade de Weimar, a Escola de Artes e Ofícios, do belga Henri van de Velde, e a de Belas-Artes, do alemão Hermann Muthesius, e fundou uma nova escola de arquitetura e desenho a que deu o nome de Staatliches Bauhaus (Casa Estatal de Construção), com sede em um edifício construído em 1905 por Van de Velde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; As origens mais remotas da Bauhaus provêm do movimento Arts and Crafts, do inglês William Morris, que procurou restabelecer a dignidade medie&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/BauhausWeimar.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/320/BauhausWeimar.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;val do artesanato e do artesão. Todavia, o ensino da Bauhaus opunha-se às concepções de Morris, contrárias à revolução tecnológica e à produção em série. Também não agradava a Gropius o estilo art nouveau, devido a seu caráter decorativo e esteticista. A ascendência mais próxima da Bauhaus está na associação Deutscher Werkbund, fundada em 1907 por Hermann Muthesius para incentivar as relações entre os artistas modernos, os artesãos qualificados e a indústria. Muthesius desejava criar o que chamava de Maschinenstil (estilo da máquina). Gropius, que foi membro da Werkbund, materializou esse objetivo, em grande parte, na Bauhaus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; A Bauhaus combatia a arte pela arte e estimulava a livre criação com a finalidade de ressaltar a personalidade do homem. Mais importante que formar um profissional, segundo Gropius, era formar homens ligados aos fenômenos culturais e sociais mais expressivos do mundo moderno. Por isso, entre professores e alunos havia liberdade de criação, mas dentro de convicções filosóficas comuns. O ensino era suficientemente elástico, com a participação, na pesquisa conjunta, de artistas, mestres de oficinas e alunos. Para Gropius, a unidade arquitetônica só podia ser obtida pela tarefa coletiva, que incluía os mais diferentes tipos de criação, como a pintura, a música, a dança, a fotografia e o teatro. De tal maneira a filosofia da Bauhaus impregnou seus membros que sem demora se definiu um estilo em seus produtos despidos de ornamentos, funcionais e econômicos, cujos protótipos saíam de suas oficinas para a execução em série na indústria. O estilo Bauhaus era fruto do pensamento dos professores, recrutados, sem discriminação de nacionalidade, entre membros dos movimentos abstrato e cubista. Ao iniciar a Bauhaus, Gropius apoiou-se principalmente em três mestres: o pintor americano Lyonel Feininger, o escultor e gravador alemão Gerhard Marcks e o pintor suíço Johannes Itten. A eles se juntaram depois artistas da categoria de Oskar Schlemmer, Paul Klee, Wassili Kandinski, László Moholy-Nagy e Ludwig Mies van der Rohe. Em 1925, Josef Albers e Marcel Breuer passaram a fazer parte do grupo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; Ameaçada de dissolução pela forte oposição dos conservadores a suas inovações, a escola mudou-se em 1925 para Dessau, onde ficou até o advento do nazismo. Para abrigá-la, Gropius projetou e construiu um conjunto de prédios que eram, em si mesmos, um manifesto de arquitetura moderna e uma das mais extraordinárias obras da década de 1920.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;               &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;&lt;img src="http://www.tiagoteixeira.com.br/fatias/conteudo/miscelanea/imagens/bauhaus.gif" height="285" width="337" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; As atividades da Bauhaus intensificaram-se em Dessau com o lançamento de publicações e a organização de exposições. Uma clara mentalidade racionalista presidia à elaboração dos projetos. Em 1928, Gropius passou o cargo de diretor ao suíço Hannes Meyer, abandonando a escola, já então consolidada, junto com Moholy-Nagy e Breuer. A nova direção deu realce ainda maior à arquitetura e assistiu à chegada das influências do construtivismo russo. Em 1930, Meyer, cuja postura esquerdista não era bem vista pelas autoridades, foi substituído pelo arquiteto alemão Mies van der Rohe. Este reorganizou a escola e deu-lhe um novo impulso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; Em 1932, com a chegada dos nazistas ao poder em Dessau, a Bauhaus se transferiu para Berlim, onde continuou a funcionar até seu fechamento definitivo em 1933. As possibilidades da vanguarda alemã, com isso, se fecharam também, mas o ensino inovador da Bauhaus já havia se difundido a essa altura nos principais centros de arte. Tal difusão tornou-se ainda maior quando os grandes mestres da escola, devido às perseguições nazistas, passaram a emigrar, principalmente para os Estados Unidos e a Inglaterra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt; Em 1928, Sandor Bortink fundou em Budapest o Mühely, também chamado Bauhaus de Budapeste, que existiu até 1938. Em 1933, Josef Albers instalou um departamento do tipo Bauhaus no Black Mountain College (Carolina do Norte, Estados Unidos) e depois na Universidade de Harvard. Em 1937, Moholy-Nagy criou em Chicago a New Bauhaus, mais tarde incorporada ao MIT (Massachusetts Institute of Technology). Gropius passou a lecionar em Harvard e Mies van der Rohe tornou-se um dos principais arquitetos da remodelação de Chicago. Em 1950 inaugurou-se em Ulm, na Alemanha, a Hochschule für Gestaltung (Escola Superior da Forma), dirigida por Max Bill, ex-aluno da Bauhaus de Dessau. A essa última instituição, em especial, coube dar seguimento programático às formulações da antiga Bauhaus -- uma escola que se integrou perfeitamente no contexto da civilização do século XX para dar-lhe uma visualidade própria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19472655-113816496920761448?l=sem-nome-mesmo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/feeds/113816496920761448/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19472655&amp;postID=113816496920761448' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113816496920761448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113816496920761448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/2006/01/bauhaus-verdadeira-escola.html' title='Bauhaus &quot;A Verdadeira Escola&quot;'/><author><name>Xabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19472655.post-113816359224926684</id><published>2006-01-25T04:18:00.000Z</published><updated>2006-01-25T04:36:00.006Z</updated><title type='text'>ARTHUR SCHOPENHAUER</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/arthur_schopenhauer.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/320/arthur_schopenhauer.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;ARTHUR SCHOPENHAUER&lt;/span&gt;   &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;(1788-1860)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Filósofo alemão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Arthur Schopenhauer nasceu em Dantzig (Prússia), em 22 de fevereiro de 1788. Filho do comerciante Henrich Floris Schopenhauer e de Johanna Henriette Trosenier, que o encaminharam aos estudos voltados para o comércio. Viajou por diversos países da Europa com a finalidade de aprimorar seus conhecimentos. Após o falecimento de seu pai, provavelmente por suicídio, Arthur iniciou seus estudos humanísticos. Em 1807 matriculou-se no Liceu Weimar. Em 1809 cursou a faculdade de medicina de Gottigen, tendo como professor Schulze, que o aconselhou o estudo de Platão e Kant. Em 1811, na Universidade de Berlim, assistiu cursos ministrados por Schleiermacher e Fichte. Doutrinou-se pela Universidade de Berlim com tese intitulada "Quadrupla Raiz do Princípio da Razão Suficiente". Johanna, sua mãe, era escritora. Mulher bem sucedida como romancista, frequentava círculos que Arthur considerava "mundanos", e por isso não recebiam sua aprovação. Johanna criou um salão em Weimar, onde nas poucas visitas que Schopenhauer fez a este local, teve oportunidade de entrar em contato com Goethe. Tornaram-se amigos e Goethe acabou por sugerir que Schopenhauer trabalhasse uma teoria anti-newtoniana. Este estudo possibilitou que, em 1816, realizasse um trabalho intitulado: "Sobre a Visão e as Cores". A relação mãe e filho era instável e conflituosa, levando Schopenhauer a distanciar-se definitivamente de sua mãe em 1814 . Ambos desvalorizavam-se mutuamente em público. A mãe, disse certa vez, que a tese de Schopenhauer não passava de um "tratado de farmácia", ao mesmo tempo que o filho declarava que Johanna somente seria lembrada por ter sido sua mãe, e não pelos romances que escreveu. Nesta época, Schopenhauer mudou-se para Desdra. No período compreendido entre 1818 e 1819, este filósofo viveu na Itália. Ao retornar em 1820, após submeter-se a uma seleção, passou a ministrar aulas em Berlim, na Universidade de Berlim. Neste período entra em conflito com Hegel, que lecionava na mesma universidade, disputando com ele a presença de alunos em seus cursos. Schopenhauer fracassa nesta disputa. Com apenas quatro ouvintes em sua sala, renunciou às aulas. Apresentou crises depressivas após o ano de 1821, ao desentender-se com uma pensionista que residia na mesma pensão em que vivia. Este episódio, fez com que Schopenhauer se comprometesse economicamente com a pensionista por muitos anos. Mais tarde, Schopenhauer voltou a procurar a Universidade de Berlim para lecionar, mas não obteve êxito nesta procura. Publicou, nesta época a obra "O Mundo como Vontade e Representação", pela qual recebeu algum reconhecimento. Vinte anos após esta publicação, saiu a segunda edição desta obra, enriquecida com um segundo volume de notas e adiantamentos. Em 1831, para fugir de uma epidemia de peste que tomava Berlim, Schopenhauer mudou-se para Frankfurt, permanecendo nesta cidade até seu falecimento, que deu-se em 21 de setembro de 1860, vítima de pneumonia. Viveu uma vida muito solitária, preferindo a companhia de animais a outros seres humanos. Nos últimos anos de sua vida, obteve reconhecimento do público em relação a sua obra, quando então na Alemanha a filosofia de Hegel perdeu sua força, dando lugar a filosofia de Schopenhauer. Suas idéias exercem forte influência sobre a cultura posterior à dele, o que percebe-se nas obras de Horkheimer, Wittgenstein e escritores como Tolstói, Zola, Anatole France, Kafka e Thomas Mann. Suas principais publicações foram: "O Mundo como Vontade e Representação"(1819 - 1ª edição); "Sobre a Quadrupla Raiz do Princípio da Razão Suficiente" (1813); "Sobre a Visão e as Cores" (1816); "Sobre a Vontade da Natureza" (1836); "Os Dois Princípios Fundamentais da Ética" (1841); "Parerga e Paralipomena" (1851- conjunto de ensaios). Schopenhauer critica vorazmente as filosofias de Fichte e Schelling, julgando-as "a enfatuada, vacuidade", apesar de reconhecer nelas algum talento. Seu maior alvo de críticas, porém, foi Hegel, a quem julga um "charlatão", rotulando sua filosofia como "palhaçada filosófica". Sua oposição a Hegel deve-se principalmente à concepção hegeliana da história como progresso. Para Schopenhauer a história não nos ensina, sendo ela apenas repetição de fatos, não acrescentando nada ao homem. Considera que o idealismo está voltado a interesses ligados a Igreja e ao Estado. Identifica nesta corrente de pensamento uma posição sofística que atribuí principalmente a Hegel, concluíndo então que o idealismo não encontra-se comprometido com a verdade. A filosofia de Schopenhauer tem como referência a primeira filosofia de Kant, a quem sempre considerou como o filósofo mais original e importante da história do pensamento. Kant aponta a diferença existente entre o fenômeno e a coisa-em-sí, e acredita que o fenômeno é a única realidade acessível ao conhecimento, o que não pode-se conhecer é a coisa-em-sí. Para Schopenhauer o fenômeno não passa de aparência, ilusão, sonho - o que na filosofia indiana é definido como "Véu de Maia" - sendo que a coisa-em-sí é a realidade que se esconde atrás do fenômeno. A leitura que Schopenhauer atribuí ao fenômeno sob influência das filosofias indiana e budista, em nada se assemelha à filosofia kantiana. Partindo de sua concepção de fenômeno, Schopenhauer sugere que sua filosofia seja uma integração necessária à filosofia de Kant, pois ele acredita haver descoberto o acesso à coisa-em-sí, ao qual denomina " vontade". O conceito de vontade deste filósofo diz respeito a algo infinito, uno, indizível, e não a uma vontade finita, individual, ciente. Ela estaria presente no homem, como em toda a natureza. Para Schopenhauer, a realidade é vontade irracional, onde o finito nada mais é que mera aparência da realidade. A vontade infinita, traz com ela a característica da insaciabilidade, sendo então algo conflituoso que geraria dor e sofrimento ao homem. Schopenhauer compreende o mundo como representação e vontade. O autor diz: "O mundo é minha representação." A representação implica em dois aspectos importantes: o sujeito da representação, que é o que tudo conhece e não é conhecido por ninguém; e o objeto da representação que é condicionado pelo tempo, pelo espaço e pela causalidade. O sujeito, para ele, estaria fora do tempo, sendo uno, indiviso, em todos os seres humanos capazes de representação. Caso o sujeito deixe de existir, deixa de existir com ele o mundo representado. O homem, como representação é um fenômeno, assim como o mundo. Ambos são vontade. O corpo do homem, para este autor, é a objetivação da vontade, ou seja, do em-sí do homem. A realidade interna do homem, representada pelo fenômeno, é sua aparência. Vontade e corpo são inseparáveis, compondo um todo. A filosofia de Schopenhauer é tida como pessimista, pois o homem está enquanto finito na condição de mortal; a vontade muitas vezes não possuí meta nem finalidade, sendo insaciável. Isto tudo gera dor ao homem, o que leva ao autor afirmar: "Viver é sofrer". Esta dor aponta para as ausências do homem. A vontade pode ser temporariamente saciada, causando tédio ao homem, e logo em seguida a vontade passa novamente a sua condição de falta. A vida do homem oscila então entre a dor e o tédio. Este filósofo encontra na arte uma outra oportunidade de momentaneamente escapar da dor e do sofrimento humano. Isto é possível quando o conhecimento desvincula-se da vontade em desinteressada contemplação. Aponta a música como a arte mais profunda e universal, sendo ela a imediata revelação da vontade. Pela primeira vez na História da Filosofia a música ocupa um papel de destaque. Aponta a compaixão como sendo a forma pela qual o homem liberta-se de sua individualidade, reconhecendo-se como parte de um todo, compartilhando com os demais o sofrimento de viver. Isto, para ele é fundamental para o existir humano. Para Schopenhauer a salvação do homem do sofrimento de existir, consistiria em uma atitude radical, de renúncia do mundo e suas solicitações, anulando assim por completo a vontade, tornando-o realmente livre, indo ao encontro do nada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19472655-113816359224926684?l=sem-nome-mesmo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/feeds/113816359224926684/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19472655&amp;postID=113816359224926684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113816359224926684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113816359224926684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/2006/01/arthur-schopenhauer.html' title='ARTHUR SCHOPENHAUER'/><author><name>Xabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19472655.post-113659853501393150</id><published>2006-01-07T01:17:00.000Z</published><updated>2006-01-07T01:48:55.076Z</updated><title type='text'>Algumas das obras que mais aprecio...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/Kandinsky%20VII.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/200/Kandinsky%20VII.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/Kandinsky%20-%20Composition%20V.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/200/Kandinsky%20-%20Composition%20V.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/churches%20new%20jerusalem.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/200/churches%20new%20jerusalem.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/Kandinsky%20-%20Yellow%2C%20Red%2C%20Blue.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/200/Kandinsky%20-%20Yellow%2C%20Red%2C%20Blue.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/comp8640.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/200/comp8640.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19472655-113659853501393150?l=sem-nome-mesmo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/feeds/113659853501393150/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19472655&amp;postID=113659853501393150' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113659853501393150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113659853501393150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/2006/01/algumas-das-obras-que-mais-aprecio.html' title='Algumas das obras que mais aprecio...'/><author><name>Xabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19472655.post-113659555345200550</id><published>2006-01-06T23:54:00.000Z</published><updated>2006-01-07T01:01:35.143Z</updated><title type='text'>Pequena Biografia e Comentário Artistico</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/kandhead.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/320/kandhead.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" lang="FR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;font-size:16;" lang="FR" &gt;wassili&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;font-size:16;" lang="FR" &gt; &lt;b&gt;Kandinsky&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" lang="FR"&gt;&lt;br /&gt;Moscovo, 1866-Neuilly-sur Seine, França, 1944&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estuda Direito e Economia Política. Sob a influência da arte popular russa e de uma exposição de &lt;b style=""&gt;Manet&lt;/b&gt;, em 1895 orienta-se para a pintura. Em 1897 instala-se em Munique, onde estuda, expõe e abre a sua própria escola de pintura. Viaja pela Holanda, África do Norte e Itália, e acaba por se instalar nos arredores de Paris. &lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A sua obra vai evoluindo do impressionismo inicial até ao fauvismo. Em 1908 volta a Munique e inicia a sua série de &lt;i&gt;Improvisações&lt;/i&gt;. Em 1912 publica &lt;i&gt;Sobre o &lt;b style=""&gt;Espiritual na Arte&lt;/b&gt;;&lt;/i&gt; dois anos antes pinta a sua &lt;i&gt;Aguarela Abstracta,&lt;/i&gt; que dá uma volta radical ao seu modo de pintar. Participa na criação do grupo artístico alemão &lt;b style=""&gt;Der Blaue Reiter&lt;/b&gt;. Pouco a pouco a abstracção vai dominando a sua obra até se converter na sua linguagem natural. &lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em &lt;b style=""&gt;1914&lt;/b&gt; volta à Rússia onde, após a Revolução de Outubro, ocupa diversos cargos organizativos no ensino das artes do novo regime. Em 1921, acompanhado por &lt;b style=""&gt;Nina Andreievski&lt;/b&gt;, sua esposa desde 1917, regressa de novo à Alemanha, onde trabalha como professor na &lt;b style=""&gt;Bauhaus&lt;/b&gt; &lt;st1:personname productid="em Weimar. Em" st="on"&gt;em Weimar. Em&lt;/st1:personname&gt; 1926 publica &lt;b style=""&gt;&lt;i&gt;Ponto&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt; &lt;b style=""&gt;e Linha em relação à Superfície&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Em 1933, após o encerramento da &lt;b style=""&gt;Bauhaus&lt;/b&gt; pelos nazis, instala-se em Paris. &lt;b&gt;  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A tendência para o &lt;b style=""&gt;abstracto&lt;/b&gt; observa-se ao longo dos anos 20 e 30 em diversos agrupamentos de pintores: os neoplasticistas holandeses, os artistas centro-europeus da &lt;b style=""&gt;Bauhaus&lt;/b&gt; e as vanguardas russas. Mas o primeiro artista que pinta composições não figurativas é &lt;b style=""&gt;Vasili Kandinsky&lt;/b&gt;, que, além disso, escreve e teoriza sobre a abstracção. Kandinsky estuda a psicologia das cores e das formas, que considera os elementos mais adequados e puros para transmitir a expressão pictórica de uma emoção. A abstracção já se adivinha nas suas três séries, &lt;b style=""&gt;&lt;i&gt;Impressões, Improvisações e Composições&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;,&lt;/i&gt; com uma característica que faz que sejam chamadas líricas, frente à abstracção geométrica posterior. &lt;b&gt;   &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Reconfigurar, recriar e pensar o espaço da imagem pictórica e dos elementos que a constituem é para &lt;b style=""&gt;Kandinsky&lt;/b&gt; um processo orgânico e pluridimensional. O desenvolvimento teórico, que o artista nos propõe, articula-se indissoluvelmente com este fazer artístico ao longo das diferentes fases da sua obra. Ele considera a valorização da interioridade como procura da abstracção e elevação espiritual face ao fenómeno estético, e reflecte sobre a desmaterialização da representação da realidade, inventando uma linguagem da forma e da cor de natureza singular, apelativa e única. O diálogo entre a praxis artística e a sua conceptualização conduzir-nos-á, indubitavelmente a uma experiência cinestésica capaz de nos pôr em movimento dentro da própria obra de arte.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:78%;" &gt;by xbs&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19472655-113659555345200550?l=sem-nome-mesmo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/feeds/113659555345200550/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19472655&amp;postID=113659555345200550' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113659555345200550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113659555345200550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/2006/01/pequena-biografia-e-comentrio.html' title='Pequena Biografia e Comentário Artistico'/><author><name>Xabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19472655.post-113340732828668066</id><published>2005-12-01T03:06:00.000Z</published><updated>2005-12-01T03:22:08.420Z</updated><title type='text'>the first post</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Wassily Kandinsky&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/1600/Kandinsky%20-%20Improvisation%2031%20(Sea%20Battle).jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2742/1729/320/Kandinsky%20-%20Improvisation%2031%20%28Sea%20Battle%29.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; Kandinsky - Improvisation 31 (Sea Battle)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19472655-113340732828668066?l=sem-nome-mesmo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/feeds/113340732828668066/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19472655&amp;postID=113340732828668066' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113340732828668066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19472655/posts/default/113340732828668066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sem-nome-mesmo.blogspot.com/2005/11/first-post.html' title='the first post'/><author><name>Xabes</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
